Há para uma situação que não está presente no vídeo mas que também se repete muitas vezes: é o ataque de Giaccherini à profundidade, quando um dos avançados recebe de costas em apoio frontal. Essa mobilidade, esse contraste de movimentos, que pela agressividade dos 3 centrais da Alemanha e dos homens que ficam batidos pelo passe não teve tanto sucesso, é outro dos movimentos chave para que se criem desequilíbrios na estrutura adversária em posse. Todos esses movimentos ofensivos já eram perfeitamente visíveis na Juventus de Antonio Conte, aqui, e aqui.
5 comentários:
Contra a Espanha foi uma constante
http://segunda-bola.blogspot.pt/2016/07/construcao-italia-vs-espanha.html?m=1
Miguel Pinto, sim, foi.
Bem a proposito:
http://www.martiperarnau.com/conocimiento/modelostacticos/italia-practica-el-juego-de-posicion-y-espana-no/
Baggio, o mov. Do Giaccherini a ocupar o espaço que o lateral deixa não o faz receber (na maioria das vezes) de costas?
Leandro, o movimento de apoio não. Faz exactamente o contrário. Recebe quase sempre orientado para o jogo (vê tudo: colegas, adversário, duas balizas), com as costas protegidas pela linha lateral. O que faz em profundidade quando o lateral está mais baixo, esse sim o obriga a receber quase sempre com pressão nas costas.
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