Corre por aí um vídeo, nas redes sociais, onde se mostra dá boas vindas europeias a Neymar.
Diz-se, também, que assim se começam a evidenciar as dificuldades que ele irá enfrentar, cá na Europa.
O que me parece é que, se é isso que a Europa tem para lhe mostrar, estamos muito, muito mal. Isto porque uma data de agressões, passíveis de ser punidas com expulsão por vermelho directo ou uma distribuição de amarelos engraçada, iriam apenas tornar Neymar, no melhor do mundo já neste ano. Afinal, já na Libertadores ele está habituado a este tipo de entradas. Então, o que iria acontecer, seria apenas ele tornar-se absolutamente decisivo pelo número de cartões com que iria condicionar a acção das equipas adversárias. Ora, a mim, parece-me uma adaptação perfeitamente fácil de ser conseguida, isto se for, essa a proposta de dificuldade da futebol europeu.
Mas não é esse o caso.
Neymar vai ter dificuldade, não por encontrar defesas duros (isso ele tem encontrado toda a sua vida), mas por defrontar os melhores sistemas defensivos, as melhores organizações colectivas, os melhores modelos de jogo. Essa vai ser a dificuldade. Dificuldade de execução pelo encurtar do espaço, e dificuldade na tomada de decisão (algo que já evidencia) pelo encurtar do tempo.
O real desafio será a acção de Neymar num contexto de grande dificuldade: Receber um passe, no meio de três adversários, perto da área, estando ele de costas para a baliza adversária.
O desafio será perceber a sua relação/interacção com os colegas dentro de campo.
Diz-se, também, que assim se começam a evidenciar as dificuldades que ele irá enfrentar, cá na Europa.
O que me parece é que, se é isso que a Europa tem para lhe mostrar, estamos muito, muito mal. Isto porque uma data de agressões, passíveis de ser punidas com expulsão por vermelho directo ou uma distribuição de amarelos engraçada, iriam apenas tornar Neymar, no melhor do mundo já neste ano. Afinal, já na Libertadores ele está habituado a este tipo de entradas. Então, o que iria acontecer, seria apenas ele tornar-se absolutamente decisivo pelo número de cartões com que iria condicionar a acção das equipas adversárias. Ora, a mim, parece-me uma adaptação perfeitamente fácil de ser conseguida, isto se for, essa a proposta de dificuldade da futebol europeu.
Mas não é esse o caso.
Neymar vai ter dificuldade, não por encontrar defesas duros (isso ele tem encontrado toda a sua vida), mas por defrontar os melhores sistemas defensivos, as melhores organizações colectivas, os melhores modelos de jogo. Essa vai ser a dificuldade. Dificuldade de execução pelo encurtar do espaço, e dificuldade na tomada de decisão (algo que já evidencia) pelo encurtar do tempo.
O real desafio será a acção de Neymar num contexto de grande dificuldade: Receber um passe, no meio de três adversários, perto da área, estando ele de costas para a baliza adversária.
O desafio será perceber a sua relação/interacção com os colegas dentro de campo.

