Portugal fecha a jornada e mostra-se como se esperava. Com dificuldade na criação e na construção, fruto do posicionamento das escolhas que se fazem para o onze inicial. Pepe e Danilo absolutamente nefastos ao processo defensivo por razões distintas. Ronaldo a jogar com ele e com bola. Não há colegas.
Danilo que só acrescenta pela valia defensiva a não acertar um posicionamento em que se tem de ajustar depois da bola sair, a perder também na forma como aborda a contenção.
Pepe a fazer das referências uma grande força do adversário, como se percebe no golo e noutros lances onde acaba por atrapalhar Carvalho. Inqualificável depois a agressão ao colega.
Não se compreende o posicionamento tão baixo dos laterais porque não há pressão. Não se compreende tantos jogadores a baixar para pegar, mais uma vez porque não há pressão. Será que os nossos centrais não têm competência para jogar com espaço?
Ronaldo a jogar para si, e só para si. Não respeita uma desmarcação dos colegas, sequer joga com o movimento deles para enganar. E todos os adversários já perceberam que ele apenas joga para a baliza, e por isso muito mais fácil de anular.
O desfecho do jogo foi o normal porque demos possibilidade à pobre selecção islandesa de discutir o jogo, com os nossos erros individuais. Depois do golo, a ansiedade normal de quem sabe que é melhor e tem que ganhar a contrastar com a crença dos islandeses de que podiam tirar algo de positivo do jogo. Era um jogo para fazer muitos golos tais são as dificuldades islandesas, e a forma como aqui e ali conseguimos expor na primeira parte, como serão os outros jogos do grupo. Portugal vai-se apurar, vai vencer os próximos jogos e se calhar com alguns golos de diferença e aí vai parecer que está tudo bem, que estamos melhores. Que quem esteve mal hoje, não mais voltará a estar. Há espaço para melhorar, claro, vamos é ver se conseguimos realmente chegar.
Em 1451, o onze da jornada.
Curtois (GR)
Candreva (DD)
Bonucci (DC)
Pique (DC)
Raphael Guerreiro (DE)
Kante (MDF)
Kroos (MO)
Modric (MO)
Payet (MOD)
Iniesta (MOE) (capitão)
Giroud (AV)
Danilo que só acrescenta pela valia defensiva a não acertar um posicionamento em que se tem de ajustar depois da bola sair, a perder também na forma como aborda a contenção.
Pepe a fazer das referências uma grande força do adversário, como se percebe no golo e noutros lances onde acaba por atrapalhar Carvalho. Inqualificável depois a agressão ao colega.
Não se compreende o posicionamento tão baixo dos laterais porque não há pressão. Não se compreende tantos jogadores a baixar para pegar, mais uma vez porque não há pressão. Será que os nossos centrais não têm competência para jogar com espaço?
Ronaldo a jogar para si, e só para si. Não respeita uma desmarcação dos colegas, sequer joga com o movimento deles para enganar. E todos os adversários já perceberam que ele apenas joga para a baliza, e por isso muito mais fácil de anular.
O desfecho do jogo foi o normal porque demos possibilidade à pobre selecção islandesa de discutir o jogo, com os nossos erros individuais. Depois do golo, a ansiedade normal de quem sabe que é melhor e tem que ganhar a contrastar com a crença dos islandeses de que podiam tirar algo de positivo do jogo. Era um jogo para fazer muitos golos tais são as dificuldades islandesas, e a forma como aqui e ali conseguimos expor na primeira parte, como serão os outros jogos do grupo. Portugal vai-se apurar, vai vencer os próximos jogos e se calhar com alguns golos de diferença e aí vai parecer que está tudo bem, que estamos melhores. Que quem esteve mal hoje, não mais voltará a estar. Há espaço para melhorar, claro, vamos é ver se conseguimos realmente chegar.
Em 1451, o onze da jornada.
Curtois (GR)
Candreva (DD)
Bonucci (DC)
Pique (DC)
Raphael Guerreiro (DE)
Kante (MDF)
Kroos (MO)
Modric (MO)
Payet (MOD)
Iniesta (MOE) (capitão)
Giroud (AV)



