André Villas-Boas, com a melhor equipa do grupo ao nível da qualidade individual, com pelo menos mais dois meses de trabalho que os seus adversários, não consegue no jogo de despedida da prova de clubes mais difícil do mundo criar uma situação de superioridade numérica em zonas de finalização. Ou pelo menos, uma situação de igualdade com a bola controlada, onde quem ataca tem grande vantagem. O melhor foi um passe atrasado num lance da primeira parte, num 3x3, sem que a bola esteja controlada (para quem recebe dentro da área). Poderia até ter sido eliminado desta prova, como foi, mas tinha obrigação de mostrar um futebol muito mais positivo do que aquele que mostrou. Criar mais oportunidades de golo que o adversário, conceder menos do que as que criou. Muito pobre é esta equipa do outrora Consulte nas etiquetas por AVB.
























