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quarta-feira, setembro 30, 2015

Trabalho de qualidade - Fernando Valente.

"Nós queremos é malta jovem". Querem treinador mais jovem do que este? A juventude está nas ideias. E nisso pode até passar de um século de vida, ele continuará a estar no auge da sua juventude e criatividade. Organização para atacar, rigor para recuperar a bola. Recuperar a bola para ficar com ela e voltar a atacar. Criar espaços, colectiva e individualmente. Trabalhar fundamentalmente não para pressionar, mas para sair da pressão. Se acham que somos fundamentalistas do futebol de ataque, e das soluções que um treinador deve dar aos jogadores, deveriam falar mais vezes com este grande treinador. Para mim, alguém que como ele procura até ao último momento tirar o Guarda-Redes do lance é inclusivamente mais jovem do que eu. Quer nada mais do que o melhor dos melhores. É uma inspiração, e é um dos melhores treinadores portugueses da actualidade.

Obrigado Mister, e que continue a contagiar Portugal com um futebol jovem nas ideias!

16 comentários:

Carlos Eduardo Pinto disse...

Top a qualidade das movimentações dos jogadores sem bola no processo ofensivo! Top também é a qualidade de passe muito superior ao q se vê na primeira liga, bola tensa e rasteira a percorrer a trajectória desejada mas no menor tempo possível, para reduzir o tempo q se dá à equipa adversária de reajustar defensivamente. Raro de se ver ao mais alto nível, quanto mais em escalões inferiores! Maravilhado _o_

Carlos Eduardo Pinto disse...

Fgbuy

João Fernandes disse...

O facto deste treinador não estar no activo, demonstra bem o quanto as pessoas que mandam no futebol percebem de futebol, ou seja, rigorosamente nada.

Edson Arantes do Nascimento disse...

O que me faz impressão é como este senhor não tem clube, actualmente... Desde que ele saiu do Aves já mudaram, quê, três vezes?

Hélder disse...

Parece eu no FIFA...

joao santos disse...

Porque falhou no Aves? Não conheço bem o trabalho dele. Andou perdido em divisoes inferiores durante grande parte da carreira certo?

Jorge Carolo disse...

Deixa me chocado como as pessoas do futebol, leia-se dirigentes, são capazes de apostar num Filipe Gouveia para a Académica, com o espetacular registo (eu sei q não se deve avaliar o trabalho de um treinador pelos resultados, mas pior é difícil e duvido que o tenham escolhido pq apresentava bom futebol) de uns estrondosos, 21 empates e 15 derrotas com o pior ataque da segunda liga mas com o 3ª melhor melhor autocarro (defesa), e andam treinadores como Fernando Valente no desemprego.

Gostava de perceber quais foram os critérios para esta aposta?

Jorge Carolo disse...

Deixa me chocado como as pessoas do futebol, leia-se dirigentes, são capazes de apostar num Filipe Gouveia para a Académica, com o espetacular registo (eu sei q não se deve avaliar o trabalho de um treinador pelos resultados, mas pior é difícil e duvido que o tenham escolhido pq apresentava bom futebol) de uns estrondosos, 21 empates e 15 derrotas com o pior ataque da segunda liga mas com o 3ª melhor melhor autocarro (defesa), e andam treinadores como Fernando Valente no desemprego.

Gostava de perceber quais foram os critérios para esta aposta?

Mágico Gonzalez disse...

A ideia de ver o Fernando no desemprego e ainda ninguém lhe ter dado a mão (está sem clube sensivelmente desde de Dezembro do ano passado) deixa-me a duvidar do que se quer realmente para uma equipa profissional de futebol. É um treinador com UEFA Pro, subiu a pulso na carreira e pratica um futebol extremamente atractivo, apoiado e sem medo do adversário, so pelo prazer do bom futebol. Tem tudo para espectacularizar o público. Só posso desejar que encontre clube que queira o mesmo que ele e que prossiga com a mesma abordagem ao jogo até porque resultadismos funcionam bem, mas não encantam...já vimos treinadores a ganharem campeonatos e a sairem dos respectivos clubes e já testemunhámos treinadores a sair dos clubes onde estão, a meio da tabela e com 80.000 pessoas a aplaudir. Resultados exigem-se sim, mas organização nos processos e qualidade no campo é essencial.

Francisco Arístides Ezequiel de Oliveira disse...

O futebol é uma actividade de interesses promíscuos à margem da lei, lavagem de dinheiros, empresários que mandam em clubes, empresas que colocam os seus lacaios em pontos chave, etc, etc, como é o desporto rei e encanta milhões, interessa que o povo continue a ter o seu ópio, ora um homem destes que sobe a pulso na carreira e demonstra conhecimento e paixão também deve ser um homem digno e nenhum yesman ora penso que está claro porque é que este treinador está sem clube.

Ben Fiquista disse...

Quando se descreve o tipo de futebol dele percebe-se porque não há lugar para ele em Portugal. Não há tempo para jogar futebol, para se ensinar os jogadores a jogar futebol. Há a valorização do chutão e do imediatismo, mesmo que isso leve a uma situação insustentável.

Só ele saberá se recebeu propostas e não as aceitou, ou porque saiu do Aves. É pena não ver a mentalidade no entanto a ser aplicada no campo, até por quem tem meios com que ele só pode sonhar...

Nuno disse...

Num aparte mas relacionado boa analise do "sucesso" do filosofia do "muitos atras, bola pro Nico e fe em Deus":

(Primeiros quinze minutos)

http://soundcloud.com/radio-38ecos/luces-de-ciudad-grupos-02-miercoles-30-sept-1516

Mágico Gonzalez disse...

Francisco Arístides Ezequiel de Oliveira, o Futebol é sim, um ópio para o povo, mas como cada vício, cada um escolhe o seu e, dentro do Futebol, cada um escolhe o que quer alimentar e ver. eu digo já que nao só o fiz como vou continuar a fazer: ir ver futebol a um estádio de uma equipa da segunda liga, ou até de ligas inferiores onde se constroi a partir de trás, solicitando o surgimento de linhas de passe continuas e onde a bola anda, com qualidade e critério de pé para pé até chegar aonde se quer, é esse o meu ópio. Seja em que idades for e em que situações for. A ideia do Futebol jogado com os pés é gira, mas futebol é literalmente da cabeça aos pés (como o Blog indica na descrição) e pensar o contrário é redutor da qualidade do mesmo. Aliás, á imagem do Fernando existem centenas (sim, são alguns ainda...) de treinadores que são não só isso, como pensadores do jogo jogado e não do jogo chutado. Um bom exemplo, treinador do Friburgo, Christian Streich. Gostar de ver futebol é gostar de ver a bola a rolar até bater na rede, não só de ver a rede a abanar, também não gosto de ir ao cinema ver um filme e que, mal me sente na cadeira, alguem me diga como o filme acabe. ;)

Blessing disse...

Já tem clube :)

João Fernandes disse...

Qual?

emanuel melo disse...

santa clara..