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quarta-feira, dezembro 17, 2014

Bolas paradas. Zona. Pormenor.

No final do jogo do Sporting na Alemanha (há dois meses atrás) escrevi em jeito de provocação aos meus amigos sportinguistas, que apesar de ter sido prejudicado pela arbitragem, o Sporting não tinha sido competente no jogo. Falhou individualmente, e colectivamente. Tendo focado os erros colectivos no posicionamento da linha defensiva, e nas constantes más abordagens nas bolas paradas. Não só pelos golos sofridos dessa forma, mas pela quantidade absurda de vezes que o adversário ganha a bola na área do Sporting em lances de bola parada. Hoje, uma equipa amadora - Vizela - conseguiu mais uma vez perpetuar a ideia da incompetência da zona defensiva do Sporting nas bolas paradas. E não, nada tem a ver com a média de alturas dos elementos que a formam, mas sim da forma como são regularmente batidos por erros que se percebem no pormenor. Má colocação dos apoios, movimentação antes da bola sair, fraca adaptação quando o lance sobra para um novo cruzamento, não atacar a bola por ela ter caído um metro ao lado ou um metro à frente. Cabe ao treinador perceber esses problemas e muitos mais que no pormenor só ele conhece, e corrigir.

No final, o pormenor fará sempre a diferença entre os bons e os grandes.

3 comentários:

Anónimo disse...

O Sporting, ao que parece, encontrou um jogador para poder sentar o Maurício.

Aqui no Brasil noticia-se a ida do Thiago Heleno para Lisboa (http://globoesporte.globo.com/futebol/times/figueirense/noticia/2014/12/figueira-tem-concorrencia-do-sporting-de-portugal-por-thiago-heleno.html), e eu como assíduo acompanhante do Figueirense inclusive em treinamentos, anseio muito para observar ele com maiores exigências posicionais, inserido no contexto certo tem tudo para funcionar no Sporting. É um central que não passa de razoável na construção mas na chuva de posicionamentos anárquicos que são os campeonatos do Brasil, sempre demonstrou tomar boas decisões e ter uma velocidade de reação muito rápido.

Tem um físico privilegiado embora isso não seja prioritário. O que pode acontecer é não entender uma ideia de jogo coletiva, além abusar da agressividade que já demonstrou possuir. É uma opção custo-benefício muito válida para o Sporting, principalmente se o Marco Silva souber utilizá-lo.

Estaria muito mais contente se ele estivesse indo trabalhar com Jesus, mas ora, nem tudo é perfeito.

Cumprimentos do Brasil.

Zinedine disse...

Gostava de conhecer a vossa opinião global sobre o trabalho do MS.

Para mim, parace-me cada vez mais um gajo com uma série de ideias de jogo boas, talvez não as tenha é adoptado por serem valiosas, mas sim por estrem na moda. Também me parece que o MS não domina minimamente o pormeno e pelo que já pude observar é mediocre na operacionalização.



Roberto Baggio disse...

O trabalho é bom, para a realidade onde está.