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terça-feira, setembro 17, 2013

Criar superioridade numérica

Cada um interpreta os princípios de jogo de acordo com a sua forma de ver o jogo. O resultado é a variabilidade de ideias que os treinadores e jogadores colocam em campo. A minha definição de ideia de qualidade, é o aproximar dela dos princípios fundamentais de jogo. E a situação que se segue eu chamo de cumprimento escrupuloso de um dos princípios fundamentais de jogo. Tem piada, e não é usual, é pouco seguro, no entanto, a ideia é clara: Criar superioridade numérica na zona da bola, para facilitar a criação de situações de finalização. Não é necessário jogar em posse para o fazer, é necessário jogar bem!



PS: Não há defesa zonal que resista a tamanha superioridade numérica

Obrigado Artur Semedo e ao Luís Santos pela partilha

55 comentários:

Yilmaz disse...

Touchdown!!!

Ronaldinho disse...

Ahahah Lindo!

Rafael Antunes disse...

Quem disse que o futebol é complicado?!

A do touchdown tá brutal!!!!

Gonçalo Matos disse...

Sobe Algés!!! Mas lá está, criaram superioridade na zona onde a bola caiu e pronto, acabou por dar golo.

Anónimo disse...

Curioso. Mas poderias ter referido que criar superioridade é princípio fundamental tanto para momento ofensivo, como defensivo. E não existindo equilíbrio, não me parece que a criação de superioridade esteja, em momento defensivo, nem pouco mais ou menos assegurada. Foi golo, mas as probabilidades não estão a teu favor.

Ronaldinho disse...

PP, daí o Baggio dizer que é engraçado mas pouco seguro...

Anónimo disse...

ROFL!!! Já chamas PP e Walter a tudo o que escreve como Anónimo!!! Bah!!!

Anónimo das 15:12, não teria dito melhor! ;)

O mais engraçado é que o autor do artigo noutras ocasiões já escreveu que detestava o pontapé para a frente inglês. E, o que acabámos de ver foi exactamente isso. Afinal em que é que ficamos?

Voltámos ao tempo do 2-3-5... Eh! Eh! Eh!

Ronaldinho disse...

PP, a critica ao pontapé para a frente é porque não cumpre com os princípios do jogo, senão mostra-me, um jogo de uma equipa que jogue pontapé na frente e os cumpra (com excepção deste lance).
Pois, bem me parecia...

Artur Semedo disse...

isto foi uma coisa tão inesperada, que, provavelmente, nunca mais vemos outro lance assim...
só me chateia é que, com isto, anularam aquela frase tão ao gosto dos comentadores televisivos, e que por norma surge ali à volta dos 15/20 minutos: "estamos ainda na fase em que as equipa se estudam mutuamente"...

Tsubasa disse...

Qual a probabilidade de isto correr bem mais vezes do que correr mal?

Acaba por ser um esquema tático válido, certamente estudado e trabalhado em treino pelo treinador. Só por aí as hipóteses de sucesso aumentam um pouco. Podia correr mal, podia ser que a bola comprida fosse logo ali intercetada, podia ser que um dos defesas adversários ganhasse de cabeça e lançasse o contra-ataque (equipa não estava preparada para a a transição defensiva) mas... Caramba, o futebol também é isto xD

Rafael Antunes disse...

o Baggio referiu "pouco seguro"... a única coisa que alterava era o pouco pelo nada...

Não sei como conseguem criticá-lo quanto à sua crítica ao "pontapé pra frente" apresentando como argumento o facto dele ter feito este post!!!!

Na minha perspectiva, apenas se socorreu de um exemplo extremo para passar uma mensagem... Não quer dizer que tenha passado a apoiar o pontapé pra frente...

O pessoal do bota abaixo é fantástico... quando há discussão possível deitam abaixo, quando não há nada pra pegar inventa-se... o objectivo é apenas fazer barulho... desviar a discussão do essencial para o acessório...

Ronaldinho disse...

Nem mais Rafael, um aplauso ao teu comentário!

Anónimo disse...

Mas, que discussão estás a falar Rafael Antunes?

Aqui na verdade não há discussão, porque para havê-lo era preciso que pelo menos boa parte dos que participam aqui tivessem diversos pontos de vista distintos. E, não é isso que acontece.

Estive a ver algumas das respostas que tiveram com esse tal de PP, a um tal de Miguel Nunes e outros com opiniões diferentes que passaram por aqui e a agressão verbal foi quase sempre arma da maioria.

Eu agora questionei o autor sobre o pontapé para a frente porque há tempos atrás houve uma discussão de que isso já era futebol do tempo passado. Neste video vê-se que não está ultrapassado e em certas circunstâncias pode ser aplicado. O mais engraçado é que antes era uma estupidez e era completamente ultrapassado, mas agora já é uma possível solução.

Primeiro estranha-se e depois entranha-se. Entretanto os outros é que não sabem e não entendem...

Mas, percebo que queiras defender os autores, pois muito provavelmente os conheces pessoalmente. Ao fim e ao cabo isto é um blog "de e para amigos" do autor. É óbvio que assim num espaço destes nunca se fará um debate enriquecedor. Vão-se debatendo algumas coisas, mas para isso mais valia sairem de casa e irem beber umas minis, ver umas miúdas no intervalo do jogo e ir debatendo bola numa esplanada...

Já agora, sabem como se anularia perfeitamente esta situação do video? Pela mesma regra que "matou" o 2-3-5!

Ronaldinho disse...

PP lá estás tu com esse mau feitio, basta ires ao post anterior e veres quem é que começou com as agressões verbais, então mas gostam de dar mas levar já não?

Vá lá, tenta lá ler as coisas antes de escreveres está bem? Vá porta-te bem :)

Ronaldinho disse...

P.S: Não, o Rafael não nos conhece pessoalmente embora tenha todo o gosto em vir a conhecê-lo um dia

Hugo disse...

Isto realmente parece um Kick-off do Futebol Americano...

Quanto à utilidade, este tipo de movimento é o chamado "One Hit Wonder" porque a probabilidade de isto voltar a acontecer é quase próxima de zero.

E este video é sem dúvida um bom método de demonstrar aquilo que não se deve fazer quando se quer uma equipa equilibrada. É no fundo um problema de tomada de decisão colectiva errado.

Roberto Baggio disse...

Anónimo,

"Mas poderias ter referido que criar superioridade é princípio fundamental tanto para momento ofensivo, como defensivo."

Exacto. Mas acho que a equipa que tem a bola é a que marcou golo desde início, logo, ao atacar está a fazer o que lhe compete, criando superioridade numérica na zona da bola.

"E não existindo equilíbrio, não me parece que a criação de superioridade esteja, em momento defensivo, nem pouco mais ou menos assegurada."

Não o está, sim, tens razão. Mas eles têm a bola. O que queres dizer é o mesmo que disse no texto certo? "É pouco seguro"? Ou por outras palavras, não é necessário tanta superioridade numérica na zona da bola (onde ela cai)? Portanto, acho, que não me esqueci de dizer nada, curiosamente.

"Foi golo, mas as probabilidades não estão a teu favor."

De marcar ou de não sofrer?

A mim, parece-me que tendo a bola e superioridade evidente na zona onde ela cai, a probabilidade de marcar golo é maior do a de não marcar.


Anónimo,

"O mais engraçado é que o autor do artigo noutras ocasiões já escreveu que detestava o pontapé para a frente inglês. E, o que acabámos de ver foi exactamente isso. Afinal em que é que ficamos?"

Que tal ficarmos em não percebes nada disto? Ou queres mesmo que te explique de novo?

A sério que tu não existe Valter. A sério!

Se não percebes a diferença entre uma equipa que chuta na frente sem que com isso tente criar superioridade numérica, e este lance, relacionado com o artigo e o seu título, o que estás aqui a fazer armado em espertinho?! É que nem sequer quando tentas fundamentar algo consegues, porque, lá está, não percebes mesmo nada disto. A sério, desiste mesmo.

Sabes quem mais joga pontapé para a frente e é aqui muito criticado? O Dormund! Ah pois, mas o Dormund não é aqui criticado, porque fazendo um jogo directo, mais vertical, de transições, tenta fazer alguma coisa a bola: Criar superioridade numérica!!!!!

Tsubasa,

"Acaba por ser um esquema tático válido, certamente estudado e trabalhado em treino pelo treinador. Só por aí as hipóteses de sucesso aumentam um pouco. Podia correr mal, podia ser que a bola comprida fosse logo ali intercetada"

De acordo.

"podia ser que um dos defesas adversários ganhasse de cabeça e lançasse o contra-ataque (equipa não estava preparada para a a transição defensiva)"

Isso não sabemos. É uma suposição pelo má distribuição dos jogadores em campo. Mas também é um facto que estava muita gente na zona da bola. Não se sabe o que o treinador trabalhou caso isso corresse mal, por exemplo, pelo número elevado de jogadores nessa zona e pela sua proximidade o recurso a falta seria uma boa solução.

Anónimo,

"Eu agora questionei o autor sobre o pontapé para a frente porque há tempos atrás houve uma discussão de que isso já era futebol do tempo passado. Neste video vê-se que não está ultrapassado e em certas circunstâncias pode ser aplicado."

Lá estás tu armado em sabichão outra vez.
O que está ultrapassado é o pontapé para a frente, descontextualizado. Sem objectivo, que não seja a fé em deus. Ganhou a bola, chutou a toa na frente e rezar para que corra bem. Percebes a diferença entre causalidade e casualidade? Não, eu sei que não. Mas olha, recomendo-te muita fé em deus, e muitas orações, pode ser que ele te ajude e em algum dia destes tu passes a pescar qualquer coisa disto.

Roberto Baggio disse...

"Ao fim e ao cabo isto é um blog "de e para amigos" do autor. É óbvio que assim num espaço destes nunca se fará um debate enriquecedor. Vão-se debatendo algumas coisas, mas para isso mais valia sairem de casa e irem beber umas minis, ver umas miúdas no intervalo do jogo e ir debatendo bola numa esplanada..."

Exacto. Então diz-me, explica-me, que raio estás aqui a fazer? Não me digas que foi o teu professor que te obrigou a cá vires pah. Como é que isto haveria de ser enriquecedor para tipos como tu, especialistas em dizer asneiras?
Quanto ao resto, é o que te peço. Vai ao bar, vê miúdas, e debate com tipos que, nisto, estão ao mesmo nível que tu. Bebe menos que eles, que assim consegues justificar a tua ideia, dizendo que eles não percebem porque estão bêbados. Portanto, já o referi, vens porque queres e muito obrigado por vires, enriquecer o nosso espaço com um pouco de comédia. Faz muita falta.

"Já agora, sabem como se anularia perfeitamente esta situação do video? Pela mesma regra que "matou" o 2-3-5!"

Ahhh, grande espertalhão! É isso mesmo, vê-se logo que não percebeste nada do vídeo. Que não percebeste que é uma situação singular, que provavelmente nem deve voltar a acontecer, face ao mediatismo a que está exposta, ficando os adversários em alerta nos jogos contra esta equipa. Não percebeste que nenhuma equipa no jogo, no apito inicial está preparada para esta possibilidade, uma vez que foi uma total "surpresa". Vê-se logo, por aqui, que paraste no tempo, também.

Um Abraço

Roberto Baggio disse...

Hugo,

"Quanto à utilidade, este tipo de movimento é o chamado "One Hit Wonder" porque a probabilidade de isto voltar a acontecer é quase próxima de zero."

Exacto, explica isso ao espertinho do anónimo. Só ele é que não deve ter percebido, e até foi estudar forma de o anular.

Gonçalo Matos disse...

Alguém me explica porque é que o André Almeida não é SEMPRE titular no Benfica?

Anónimo disse...

Qualquer das duas equipas, i.e. o Benfica e o Anderlecht, revelam grandes dificuldades em controlar o jogo. Ambas me parecem muito perigosas quando aceleram (mais o Benfica pela qualidade individual). Gostei do Fejsa e, claro, do Cardozo. Markovic, é impressão minha ou decide algumas vezes mal (apesar da sua imensa qualidade)? Gostei também do André Almeida, como diz o Gonçalo.

Cumprimentos,
António Teixeira

Gonçalo Matos disse...

António,
não sei se viste a entrevista ao JJ no final mas ele referiu-se à necessidade da equipa controlar a bola com resultados seguros, na Champions. E disse uma coisa que reparei e acho sintomática. Qualquer coisa como "nos ultimos 10 minutos procurámos manter a posse de bola, mas os adeptos não gostaram". Mas de qualquer forma, houve periodos em que trocaram vários passes. Sem Sálvio e sem Maxi o Benfica perde mto a vertigem que o JJ fala e ainda bem. O Siqueira é que me parece que tb gosta é de andar em correrias.

O Fejsa pareceu-me mto bom tacticamente. Fiquei curioso pra ver se tem alguma criatividade, porque de resto pareceu bom.

Quanto ao Markovic, tb acho. Mas se o JJ conseguir melhorá-lo nesse aspecto, vai ser muito grande.

O Maxi a ala é HORRÍVEL

Anónimo disse...

Caro Gonçalo,

Infelizmente, não vi. Mas não me parece que o Jesus vá optar por isso. Já são muitas vezes a cometer o mesmo erro, e não aprendendo antes, não me parece que vá ser agora. Posso estar errado. É, também, natural que os adeptos não gostem. Faz parte do futebol. No Dragão assobiavam o Porto por bem menos. Não gostei do Siqueira, pelo que vi.

O Fejsa pareceu me sobretudo muito inteligente, com e sem bola.

O Markovic, e repito, parece-me, procura em demasia a condução. Quando tem espaço, é bom claro. Contra equipas organizadas, não será tanto. É bom tecnicamente a nível da condução? Sim. É dos melhores? Não. E o problema está ai. Muito provavelmente o que lhe vai ser exigido vai relacionar-se com esse aspecto do jogo dele; e o problema vai ser que vai recorrer praticamente a essas acções (digo isto, novamente, pelo historial do modelo Jesus); e contra modelos organizados não vai funcionar. Parece-me mais valia o outro sérvio, Djuric salvo erro.

O Maxi para mim é terrivel em todo o lado, mas é mais terrível para quem o enfrenta xD.
Cumprimentos,
António Teixeira

LGS disse...

Baggio gabo-te a paciência (mesmo aquela que é preciso teres para me responder a mim :P ).

"Alguém me explica porque é que o André Almeida não é SEMPRE titular no Benfica?"

Amém, Matos!


O Fejsa fez-me lembrar um bocado o Javi Garcia. Até gostei dele mas não sei até que ponto é que o facto de Matic jogar mais à frente no terreno (não pegar mais cedo no jogo) não retira alguma capacidade/criatividade à equipa....


Esperava mais do Djuricic. Ainda lhe falta ali qualquer coisa que não consigo bem identificar (reacção à perda? Aparecer mais/melhor no espaço entre linhas?). Ou será que, tal como algumas decisões menos boas do Markovic, é fruto de alguma inexperiência? Também já me ocorreu que possa ser conseqüência do modelo de jogo. Será possível?

Gonçalo Matos disse...

António,

Pois, o modelo do JJ faz com que os jogadores tenham alguns problemas para jogar colectivamente. Até o Siqueira parece ter ordens pra abusar do 1 pra 1. Mas acho que no caso do Markovic é alguém lhe explicar o que fazer. Fazer o que não fizeram com o di Maria enquanto tava no Benfica. Quando ele perceber quando pode apostar na jogada individual e quando deve soltar, vai ser mto forte. Já hoje ele fixa imensos adversários, basta aprender a soltar a bola com mais frequencia.

LGS,

Eu tb me lembrei do Javi, mas acho que ainda é cedo pra fazer a comparação.. De qualquer forma, é bom. Quanto ao Djuricic não tenho opinião ainda.

Anónimo disse...

O sabichão aqui do anónimo fez a crítica porque em tempos tu Baggio, falaste que o futebol do pontapé-para-a-frente estava completamente obsoleto.

No entanto, vens agora contradizeres-te ao fazeres referência a esta jogada. O mais engraçado é verificar a mudança do discurso:
«O que está ultrapassado é o pontapé para a frente, descontextualizado.» Agora já acedes à hipótese de utilização quando bem enquadrado, quando antes muita gente fez-te a chamada atenção para isso mesmo e tu e outros por aqui não aceitaram! Primeiro estranha-se, depois entranha-se. Mas, tu nunca te enganas não é verdade? E, os sabichões são os outros... coitadinho do Baggio.

Esta discussão faz-me lembrar aquelas tuas certezas que os extremos à antiga já são obsoletos. Ainda vou ler por aqui algo como "decontextualizado". Lol!

És uma pessoa cheia de preconceitos, com ideias fixas e com uma enorme incapacidade para ouvir e aceitar ideias de outros. Contudo, tens uma grande facilidade para colocares rótulos a toda a gente que não concorda contigo. Talvez se respeitasses mais os outros, os outros te respeitariam mais.

Por fim, continuas a não responder às minhas questões!?
- Tinha ou não tinha linhas de passe o Morata?
- Afinal sabes porque é que o 2-3-5 "morreu" ou não?

Gonçalo Matos disse...

Anónimo,

Achas que aqui no blog não respeitamos o Miguel que muitas vezes tem opiniões contrárias? A questão é que o Miguel argumenta usando algo que não é uma situação pontual.

Se eu escrever num post que rematar a 20 metros da baliza a fazer bicicleta é uma boa maneira de marcar golos, alguém vai acreditar nisto? No entanto o Zlatan marcou. Tudo o que possas dizer que se enquadre nas regras do jogo pode acontecer. Mas tu queres que isso aconteça na tua equipa? Eu não quero que isso aconteça na minha. Quero que façam coisas que aumentem a probabilidade de marcar e chutar pra frente não me parece que, na maioria das situações, seja uma boa opção.

Tu tens as tuas opiniões. Raramente há quem partilhe as tuas ideias. Ou estamos todos contra ti ou então não sei.

Antes que digas que é toda a gente minha amiga, dos comentadores habituais conheço pessoalmente o Pedro7 e obviamente conheço o Baggio e o Ronaldinho. De resto, só conheço o pessoal das discussões dos blogs e não acho que sejamos preconceituosos por sistema. Mas já reparaste que tu NUNCA chegaste a um post e disseste que de facto o explicado tinha sentido??
Será que somos assim tão maus que só erremos?

Porque não crias um blog? Se tens ideias e achas que são interessantes fá-lo. Aproveita os nossos posts e refuta-os. Tens por aí mto material.

Ronaldinho disse...

Agora mataste o PP Gonçalo... Eu ainda estou à espera que ele me mostre uma equipa que jogue ao pontapé para a frente e cumpra com os principios fundamentais do jogo.

PP, percebe isto de uma vez por todas, o Baggio continua a criticar toda a espécie de chutão para a frente! Este post que ele fez, mostra uma excepção onde se cumpriu os principios do jogo, mas NENHUMA equipa que tem como hábito o chutão consegue cumpri-los! É impossível! A não ser em situações muitos especificas como esta, pontapé de saída, e bolas paradas. Em jogo corrido não dá e é por isso que criticamos esse tipo de jogo.
Por isso, ou não percebes o conceito de "excepção" ou então só queres fazer barulho como diz o Rafael

Roberto Baggio disse...

Anónimo, o teu conhecimento é tão grande, mas tão grande, que tenho de te explicar tudo como se fosses uma menina de seis anos. E aposto que ela sabe mais que tu, sobretudo, aposto que sabe ler.
Já voltaste do estádio? Que tal foi o jogo de lá? Vai lá discutir com os adeptos do estádio, ou com os visitantes do teu blogue que é o que fazes melhor.
Aceito com simpatia todos os diagnósticos que me fizeste, obrigado.
Faço-te novamente um, o teu único problema é não perceberes nada de futebol, leste bem? Não perceberes nada!

Gonçalo ele não sabe ler, achas que vai perceber alguma coisa do que escreveste? Achas q ele consegue refutar algo daqui? Com base em quê?
Este tipo não sabe nadinha, e vem para aqui novamente, armado em Chico esperto.

Já te prometi que quando soubesses definir futebol, como ele é hoje, discutia contigo. Faz a tua parte e depois de aprenderes sobre futebol, vem falar sobre futebol.

Gonçalo, ele não leu, eu as minhas respostas ao Miguel e ao Matic. Lol deixá-lo estar que ele não sabe ler. A sério. É só mais um atrevido que pensa que behaviourismo dá conhecimento.

Anónimo disse...

Vinha agora aqui falar da exibição muito acima da média do Di Maria no meio-campo do Real Madrid na segunda parte frente ao Galatasaray (a contrariar quem dizia que o Di Maria era muito inferior ao Busquets em todo o lado), quando deparo-me com os malucos do riso.

Matos, o argumento do Miguel foi idêntico ao meu e prendeu-se com a forma como o Baggio escreveu e reescreveu que meteria o Di Maria no banco se ele continuasse a ter aquela tomada de decisão. E por falar de argumentos, quando é que o Baggio responde aos que coloquei?

Ronaldinho, continuas a confundir-me com outras pessoas. Agora sou o tal "PP", ainda à pouco era o "sabichão", já me chamaram de "Valter" e já me quiseram dar cenouras, tudo em menos de um dia. Mas, argumentação para as questões que coloquei ao Baggio, nada!

Aliás, que rica ajuda vocês dão ao rapaz que aos 35 anos nunca tinha visto o Redondo a jogar...

Roberto Baggio disse...

O Baggio responde a quem ache que perceba de futebol. Até o mostrares, podes continuar a dizer idiotices e não vais ter resposta. Ahh mas se calhar já tiveste . Problema? Não sabes ler, não sabes nada, nadinha de futebol.

Gonçalo Matos disse...

"Vinha agora aqui falar da exibição muito acima da média do Di Maria no meio-campo do Real Madrid na segunda parte frente ao Galatasaray"

Não vi o jogo, mas se puder vejo. Agora, não vou mudar o meu argumento, como deves calcular. Mas se puderes, resume aí as acções dele.

Nunca vi o Miguel afirmar que chutão na frente é que é.

Quanto a chamarem-te PP ou Válter, se assinares os comments, nng te tratará assim.

Quanto à pergunta, também não respondes várias vezes às questões que te coloco. Nem respondeste às que coloquei anteriormete. Por favor, responde.

Anónimo disse...

Já só faltavas tu para completar o trio Odemira, Baggio.

Continuas a preferir insultar-me (e à língua de Camões com anglicismos - para quê "behaviourismo" quando há a palavra comportamentalismo no dicionário?!), do que me a responder a duas questões básicas! Isso diz tudo do teu comportamento.

Depois um tipo que não conhece o Redondo, que diz ter 35 anos, vir com a história de que uma "miudinha de 6 anos" sabe mais... mas que LOL!

Sobre dizeres que não percebo nada de futebol, não te concedo crédito nenhum sobre a tua opinião da minha pessoa e sobre o que pensas que sei ou deixo saber sobre o quer que seja.

E, sobre eu não conseguir refutar nada, até parece que muitos dos artigos que escreves em catadupla, não tem a ver com muitas das questões e críticas que eu e outros colocam aqui?

E quanto a promessas «Já te prometi que quando soubesses definir futebol», quando é que prometeste o quê? Talvez tenha ficado quando eu perguntei-te que clube treinavas... Pois!

;)

Gonçalo Matos disse...

E a mim, não respondes? Tou à espera.

Roberto Baggio disse...

PP, a sério. Toda gente sabe que escreves muita bem.
E toda gente já percebeu que és o maior, a dizer asneiras. A sério podes desistir, a única coisa que ganhas com isto, é bateres de frente com a realidade. Não pescas mesmo, mesmo disto.
Pah, eu dou o teu caso como encerrado. Já te disse para ires aprender e não queres, portanto. Em nada mais te posso ajudar.

Matic disse...

Trata-se claramente de um esquema tático. Alguém referiu - tomada de decisão coletiva. Penso que descontextualizado, até porque tomada de decisão, em sentido lato, terá que ver exatamente com a escolha num naipe, não infinito, mas incomensurável, de opções. Assim sendo, uma sucessão de ações pré-definidas, e não obstante o facto de qualquer tomada de decisão (individual, p.e.) estar associada a emoções que desencadeiam um mecanismo neural padronizado, essa mesma tomada de decisão está associada a incerteza, não ao nível do sucesso ou insucesso, mas no que concerne à escolha. Aqui a escolha está tomada.

Ainda assim, meu amigo, esse é o conceito central para o sucesso nos jogos coletivos. Pense-se nisso, na criação de uma super-inteligência, que consegue tomar sempre as melhores decisões, e que considerando quase todas as variáveis associadas ao jogo, joga em função das mesmas. Isso é entender do jogo. Reparem, adaptar constantemente, a certo ponto, não será adaptar, será ter sucesso, será conquistar o objetivo do jogo, constantemente. Isso será uma equipa a tender para infinito, a tender para perfeição. Vejo eu, mentalmente.

Pessoalmente, hoje, denoto uma equipa que reflete essa perspetiva, numa interpretação tão ecológica e tão dinâmica. BVB Dortmund.

Signori disse...

"Pense-se nisso, na criação de uma super-inteligência, que consegue tomar sempre as melhores decisões, e que considerando quase todas as variáveis associadas ao jogo, joga em função das mesmas. Isso é entender do jogo"

Farei um comentário puramente teórico:nesse aspecto, e aproximando-se do máximo da perfeição, com decisões mais perfeitas em função das probabilidades e com executantes também a tender para o perfeito, acredito que sendo assim, essa "máquina de futebol" jogaria muitas vezes como este exemplo, porque iria ter executantes que colocariam a bola exactamente onde queriam, na cabeça ou pé do colega numa zona de superioridade numérica, e este passava para a finalização ou finalizaria de forma irrepreensível. Como seria tudo executado com exactidão, pouquíssimos riscos haveria de perder a bola. E calculo também que essa máquina jogaria desta forma porque é uma maneira de fazer golos rapidíssima, e sendo assim aumentaria a probabilidade de fazer mais golos durante o jogo.

Obviamente que isto é uma análise puramente teórica, mas pode ajudar a compreender porque muitos treinadores optam por jogar como jogam. Ao jogarem em transições, com 2 ou 3 jogadores encarregues de criar jogadas de finalização, vide REal do ano passado, podem partir do pressuposto que a qualidade individual dos intervenientes, apesar de estarem em inferioridade na zona de criação, equilibram as probabilidades ou põem-nas a seu favor; e mantendo um equilíbrio posicional e vantagem numérica atrás da linha da bola, diminui o risco no caso de perda da mesma.

Roberto Baggio disse...

Pese embora o Real tenha sofrido muitos golos, apesar de defender em superioridade, constantemente.

Signori disse...

O Real dos recordes foi o Real que se deve ter como exemplo de uma equipa a jogar dessa forma simples, a tentar ser eficaz. Claro que por ser tão simples é desgastante no sentido de que o jogo colectivo, e por consequência o individual, é maquinado, o que para um ser humano acaba por não ser entusiasmante. Foi motivante enquanto tinham o objectivo de superar o Barça, porque depois as consequências deste tipo de jogo, juntamente com os objectivos simplistas da equipa (uma coisa é ficar à frente do Barça, outra é construir algo de nível igual ou superior ou Barça, e isso não é objectivo a um ano) facilmente esfumaram as virtudes deste tipo de jogo, a eficácia.

Mas lá que tiveram próximo de limpar campeonato e champions nesse ano, tiveram sim sr. O problema é que era uma estratégia que apenas funciona no curto prazo. Se fizerem futebol com androides pode ser que o Mourinho se safe a longo prazo. Ou no futebol para robôs, que Às vezes se vê nos telejornais.

Roberto Baggio disse...

Ahh, mas esse Real não jogava tanto em transições como se dizia. Esse Real era um clone do Dortmund, com mais qualidade individual.

Signori disse...

Pelo menos estava afinado para procurá-las frequentemente, como contra o Barça, que era um exagero. Estavam no seu DNA

Anónimo disse...

Caro Signori,

Mas a verdade é que a estratégia funcionou, e começou a funcionar muito bem nos últimos jogos entre essas duas equipas. Aliás, a incapacidade do Barça em sair da pressão do Madrid na 1a fase começou a tornar-se evidente. Aconteceu o mesmo com o Bayern, e a solução passou sempre por baixar as linhas e, como é lógico, perder capacidade de meter gente em zonas de finalização (muita coisa começou a ser feita em esforço e no limite, i.e., deixou de existir aquela capacidade de sair das zonas de pressão e, claro, o jogo chega com menos apoios e menor qualidade às zonas de finalização e à criação propriamente dita). Isso leva, como consequência clara, a uma pior transição defensiva a nível de pressing, também. E nisso, por melhor que seja o modelo do Barça, o trabalho do Mourinho foi muito bom. Que o Barça fosse melhor, é inegável, mas que a estratégia do Madrid foi, também ela, a melhor, também não se pode negar, a meu ver. Porque, segundo creio, é ideal dizer que a melhor maneira de jogar contra o Barça é roubar-lhes a bola, visto que essa conclusão assenta na premissa de que podes, potencialmente, roubar-lhes a bola, o que contra o Barça do Pep simplesmente não era possível.
Daí o valor do trabalho do Mourinho, apesar de tudo (e são muitas coisas) que lhe podemos apontar, especialmente no plano da comunicação e, também, nos vários problemas da sua equipa noutros momentos de jogo. Mas, também acho que a estratégia de Mourinho desgastou, de certo modo, a capacidade do Barça nesse confronto directo, e levou a alterações no modelo que poderiam não ser as ideais para solucionar os novos problemas. Como disse, o trabalho do Mourinho, se for medido pelos confrontos contra o Barça ou pela estratégia que usou contra os catalães, é muito bom. Acho que só ele e o Bayern conseguiram, realmente, ser superiores ao Barça em alguns jogos (o PSG Milan etc foram-no num jogo ou noutro, mas contra o Bayern e o Madrid notou-se, não só um certo equilíbrio, mas também, digo eu, uma superioridade evidente). Mas lá está, são muitos factores de dentro e fora do clube que influenciam isso.

Cumprimentos,
António Teixeira

Signori disse...

Sem dúvida, António, e já defendi muito o Mourinho exactamente com esses argumentos. Uma das formas de anular o Barça seria por aí. Mas, por outro lado, e já coloquei vídeos de jogos entre as duas equipas, em que houve momentos do jogo em que o REal conseguiu manter a bola, e bem, de forma criativa, apoiada e com mais gente,no último terço do Barça. Concordo com o que dizes, mas acho que o Real poderia, mais vezes, construir mais, porque tinha capacidade para tal, como procurei demonstrar nos tais vídeos, e aproveitando essa capacidade,possibilitaria dar outras opções a este Real de evolução da equipa no(s) ano(s) seguinte(s).

Anónimo disse...

Caro Signori,

Sim, nesse aspecto concordo contigo, até porque tinha qualidade individual para isso, bem como qualidade no treinador para implementar princípios desse género. Contudo, não o fez. Porque? Essa é a questão importante.

Cumprimentos,
António Teixeira

Signori disse...

Procura de eficácia e especialização.

Signori disse...

Vcs são os treinadores, mas num clube como o Real, com a exigência de rsultados, e sempre com o olho na comparação como Barça, optou pela solução em que era mais fácil implementar, e que permitia aproximar-se de equilibrar rapidamente os resultados entre ambos. A longo prazo outro modelo poderia dar frutos. Teria esse tempo, após levar 5 no início da sua carreira no Real?

Roberto Baggio disse...

"Teria esse tempo, após levar 5 no início da sua carreira no Real?"

Levou 5, porque jogou a pensar no resultado. Defendeu o jogo inteiro e tentou sair em transições. No fundo, tentou copiar o que tinha feito no Inter, só que não tinha ainda, ao final de tão pouco tempo a excelência táctica dos italianos no final do seu segundo ano.

O meio campo, relembro, foi Lass, Khedira, Alonso...

Signori disse...

Hmm, posoo tar enganado, mas quando jogou com pelo menos um médio de perfil diferente, começou a equilibrar os resultados. Foi aperfeiçoando a coisa, lá está, eficácia e especialização.

Anónimo disse...

Caros,

Eu acho que passa por aí. E também pode passar pelas preferências dos jogadores. E, igualmente, pela pressão. Ou até por preferências do próprio Mourinho. A verdade é que, de certo modo, funcionou.

Cumprimentos,
António Teixeira

Matic disse...

Signori, levaste a minha questão para onde? Não é isso, bem sei que a questão das perspetivas é sempre complicada, cada indivíduo cria uma imagem que liga a determinado significado, por isso, o ser humano debate tanto, e às vezes mal. Mas não precisavas de exagerar. Lê sobre ecologia e futebol.

"E calculo também que essa máquina jogaria desta forma porque é uma maneira de fazer golos rapidíssima, e sendo assim aumentaria a probabilidade de fazer mais golos durante o jogo."

Mas que probabilidades? Partes todas as situações (do tipo posse/não posse) às quais atribuís uma probabilidade específica de sucesso? - "Foi golo, mas as probabilidades não estão a teu favor."; "De marcar ou de não sofrer?"
A abordagem ao futebol não deverá ser tão analítica, penso. Reparem, transições são também momentos do jogo. Há que notar que o todo é maior que a soma das partes. Neste caso garanto-te que a probabilidade não está a teu favor, exatamente, porque a transição defensiva não está assegurada. Penso que isso deverá ser claro, muito menos favorável que a situação exposta do Dí Maria, em que também há superioridade numérica. No entanto, entendo que esta situação foi colocada somente para expor uma clara referência ao cumprimento de um princípio fundamental (mas diga-se que, efetivamente, fundamental quando associado a outro [recusar inferioridade numérica]).

Acabar, dizendo que evocando o conceito de tomada de decisão coletiva não será válido utilizar o conceito de "máquina". Quando se coloca o computador a fazer uma escolha aleatória (random), a mesma não é feita com critério, não há definição, não há ponderação, não há pensar na organização, pensando na respetiva transição ou na organização oposta.

Aguardo feedback, só querendo dizer, resumidamente e no fim de contas, que creio ser possível dotar um coletivo, um sistema, de inteligência.

Matic disse...

Dirão que há criação de superioridade numérica, em processo ofensivo, e na zona de bola, favorece a criação de uma forte zona de pressão, alta. E por isso, uma transição defensiva mais forte. Mas isso não é efetivo no decorrer de todo o esquema tático. Quando não o é, e não existindo qualquer equilíbrio, as probabilidades não podem estar a favor desse coletivo.

Signori disse...

Quando estava a falar de 11 máquinas, estava mesmo a falar de máquinas, sem pensamento colectivo, apenas procurando colocar uma bola atrás de uma linha.

Signori disse...

Com seres humanos, penso que o Mourinho procurou no Inter e REal, ser o rei da eficácia. No Inter colocando rápido na frente e a partir daí construir, principalmente no 1º ano com o Zlatan. No Real, nos jogos com o Barça, a procura da eficácia foi por demais evidente. "Maquinal", mesmo

Signori disse...

quanto a dotar um colectivo de inteligência, o Barça, dentro dos seus princípios, foi evoluído nesse sentido. E acho que é possível, com o tempo e jogadores certos. Ainda se podia ter aperfeiçoado mais aquilo? É difícil, já haviam ganho tudo, mas lá está, com ligeiras alterações ou variações dentro do mesmo modelo, poderia-se ajudar a re-estimular os jogadores

Rafael Antunes disse...

Anónimo

1º Não sou amigo de ninguém que aqui comente, nem amigo nem conhecido.

2º O ser amigo ou não nada tem que ver com o concordar ou não, identificar ou não com as ideias expostas e defendidas pelos autores do blog.

Como se disse aqui já várias vezes, só vem cá quem quer!!! Acredito até que a maioria dos visitantes nem comente, e que grande percentagem deles não concorde, dado as ideias que se defendem aqui serem tão simples, e que paradoxalmente são por vezes as mais difíceis de entender ou operacionalizar!!!

Há por aí num post qualquer um comentário meu que vai precisamente contra algumas declarações de pessoas pro-autores (que não sei se são amigos ou não). Não concordo com a falta de educação seja ela no sentido que for, por mais razão que se tenha!

Mas é difícil pra mim entender como levantas discussão neste post, acusando o Baggio de que em tempos condenou o pontapé para a frente. Não sendo capaz de perceber a mensagem que está por detrás, É NECESSÁRIO CRIAR SUERIORIDADE NA ZONA DA BOLA, tanto em ataque como em defesa.

Na minha opinião não há discussão aqui, e quem a levantou foste tu, porque não percebeste a diferença entre o pontapé para a frente que o Baggio critica (e eu concordo com a sua crítica) e o pontapé para afrente do vídeo do post e a sua mensagem.

Ronaldinho:

Será um prazer poder um dia trocar umas ideias convosco, in loco, no campo a operacionalizar, porque para nós treinadores é isso que interessa!!!!!

Cumprimentos!!