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quarta-feira, setembro 18, 2013

Christian Eriksen

É um jogador que nos chamou a atenção quando tinha 19 anos. E está, agora, no contexto adequado para concretizar toda a esperança que temos no seu potencial. É preciso pensar, que no campeonato holandês ele jogava contra organizações fracas, e se a isso somarmos a pouca qualidade individual do campeonato, dá para perceber os problemas de adaptação que o jovem dinamarquês vai enfrentar na Premier League.
Assim, é preciso que se lhe dê, tal como a Markovic, Djuricic, Ola John ou Quintero o devido tempo de adaptação. E esse tempo poderá ser superior a uma época desportiva, podendo estes jogadores, apenas, atingir o seu potencial depois do primeiro ou segundo ano, a jogar e a treinar num contexto mais competitivo. Maior "velocidade" do jogo, implica menos tempo e espaço para pensar e executar, e isso é difícil para quem vinha de um campeonato onde "tudo" lhe era permitido.

Villas-Boas explica: Seria sempre difícil avaliar, porque a diferença entre os clubes da liga holandesa é tão grande que se tivermos jogadores que se apresentam a este nível, nunca se sabe ao certo se é a qualidade do jogador ou a falta dela no adversário.
Mas Eriksen tem todas as condições para tornar-se num jogador de topo e a Premier League vai dar-lhe a estaleca que a liga holandesa não lhe proporcionava. Ele é um puro 10 de topo e, além da criatividade e habilidade que tem, mostra já uma cultura táctica fora do normal.

Villas-Boas vai ensinar-lhe muito do jogo, certamente.


10 comentários:

Anónimo disse...

Jogo mau do Porto. Linhas muito distantes e sempre situações de igualdade. Incapacidade de criação, até à entrada de Izmaylov e, depois, Quintero. Josué e Fernando com algumas dificuldades em entender o espaço que devem ocupar. Falta de intensidade que prejudicou a transição defensiva. Espera-se que seja um pequeno acidente.

Cumprimentos,
António Teixeira

Anónimo disse...

Off... Baggio e compinchas, se quiseres aprender os porquês de nem sempre ser positivo os extremos jogarem "para dentro", e com 3 ou mais criativos na equipa, vê o jogo do Chelsea e sobretudo, o after-match com Carragher, Ballack e Jamie da Skysport1.

Roberto Baggio disse...

António,

Não vi o jogo, estava no treino.

Anónimo,

Eu não preciso de aprender nada disso, até porque que nunca disse que era SEMPRE positivo os extremos jogarem para dentro. Coisa que tu interpretaste, mal!
Vocês, não percebem o que significa na maior parte do tempo.
E tão pouco percebem, que há jogos, de excepção, onde a melhor opção vai ser vir por fora, na maior parte do tempo.
O melhor, é fazer o que o jogo pede a cada momento, e isso, tu não percebeste. Mas eu percebo, por isso, não preciso que o Ballack, Carragher, e Jamie me expliquem.

Quanto a questão de jogar com 3 ou mais criativos na equipa, então aí é que não há dúvidas. Já o disse, eu jogaria com dez criativos, se os tivesse.

Gonçalo Matos disse...

Quanto à questão dos criativos, ter criatividade não é sinónimo de médio, extremo ou 10. Também não é sinónimo de falta de empenho nos aspectos tácticos do jogo ou défice nos aspectos defensivos.

Há por aí muitos jogadores nas suas posições respectivas que cumprem com o "esperado" e oferecem criatividade à equipa. Então falando de defesas centrais, é cada vez mais frequente.

Anónimo disse...

Ó Baggio, mas setu não disseste que era sempre positivo, porque raio é que criticaste quando falei sobre o assunto?

É preciso ter uma lata do caraças...
«O melhor, é fazer o que o jogo pede a cada momento, e isso, tu não percebeste.» Como podes dizer que não percebi se essa frase é minha?!

Estou a falar com maluquinhos...

Anónimo disse...

Matos, «falando de defesas centrais, é cada vez mais frequente», eu não acho que seja assim cada vez mais frequente. Uma coisa é ter criatividade e confiança para fazer um passe longo, outra é aquilo que o David Luiz fez no golo do Chelsea. Não são assim tantos, pois a maioria dos treinadores não gosta de centrais assim, pois correm demasiados riscos desnecessários (segundo eles).

Gonçalo Matos disse...

David Luiz, Verthongen, Hummels, tá aí um lance do Varane tb. Em Portugal o ano passado tinhas o Steven excelente no Estoril, o próprio Garay tb oferece alguma criatividade.

Quando falo nisto de criatividade num central, não tou forçosamente a pensar num gajo que saia a jogar e que faça uma assistencia mortifera. Inclui tb passes que coloquem a bola entre sectores do adversário por exemplo. Algo que mexa com a organização do opositor

Roberto Baggio disse...

"Ó Baggio, mas setu não disseste que era sempre positivo, porque raio é que criticaste quando falei sobre o assunto?"

Onde? Não me lembro de nenhum anónimo o ter feito. Queres colocar aí o link?

"É preciso ter uma lata do caraças...
«O melhor, é fazer o que o jogo pede a cada momento, e isso, tu não percebeste.» Como podes dizer que não percebi se essa frase é minha?!"

Onde está essa frase tua? Coloca aí o link

Edson Arantes do Nascimento disse...

O Eriksen fez um belo jogo no sábado.

Raramente perdeu uma bola e com muitas decisões acertadas. Que deram criatividade e qualidade ao Tottenham. No entanto, o adversário era pior do que a maioria das equipas holandesas.

Também acho que já é grande jogador mas se tiver sorte para evitar lesões e esse tipo de problemas tem tudo para ser uma das figuras dos próximos anos.

Roberto Baggio disse...

Olá Edson,

Não consegui ver esse jogo no sábado. Mas depois de ter visto o resumo do jogo do Eriksen fiquei agradado. Notei logo, daí o post (ainda que o adversário fosse fraco, colectivamente), dificuldades dele, pelo menor tempo e espaço de execução. Em alguns lances, inclusive precipitou-se. Mesmo que o adversário seja pior que na liga holandesa, acho que tem mais agressividade sobre a bola, daí, talvez as dificuldades dele neste jogo, que tendem a agravar consoante a maior qualidade colectiva e individual do adversário.