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sexta-feira, agosto 30, 2013

Wenger ensina a contra atacar

Surgiu num recente post uma dúvida de um leitor, que colocava em causa o facto de eu preferir ataques pelo corredor central. Esse mesmo leitor defendeu que os contra-ataques deveriam ser realizados pelos corredores laterais, ideia prontamente refutada por mim. Os meus argumentos esgotaram-se quando na argumentação, esse leitor sugere que vir para dentro é meter-se na boca do Lobo.
Fiquei, até hoje, intrigado com essa ideia, tentando perceber o porquê de tal afirmação.

O futebol é um pouco como o poker, um jogo de probabilidades. E para os que estão mais
acostumados com o jogo de cartas, sabem que jogar de acordo com o que nos dá mais probabilidade de vencer, em nada garante o sucesso imediato do nosso jogo. Apenas, nos dá, numa considerável amostra de jogos, maior percentagem de sucesso. Isto, porque o sucesso imediato, no futebol, tal como no poker, sofre do problema de ter muitos imponderáveis a influenciar o seu resultado final.

Assim sendo, eu defendo que os contra-ataques devem seguir pelo corredor central, na maior parte do tempo, porque é aí que temos um maior número de soluções para nos aproximar do objectivo (Baliza). Ou seja, ao atacar o corredor central, o portador da bola, está dar possibilidade aos colegas de abrirem, pelo menos, duas soluções de passe diferentes: uma a esquerda e uma a direita. Enquanto que se for pela linha lateral, a única linha de passe possível é o cruzamento, já para não falar do facto de nos estarmos a afastar da baliza.
Então, pela multiplicidade de opções, o que é meter-se na boca do Lobo?
Meter-se na boca do Lobo é exactamente facilitar o trabalho aos defensores, tornando o ataque mais previsível, seguindo para onde tenho menos soluções.
Multiplicar as soluções que tenho, tornando o ataque mais imprevisível, é exactamente o contrário do que esse leitor defendia.
O ataque ao corredor central, significa necessariamente que a bola deve entrar nesse corredor, e partir daí decidir-se para onde dar seguimento ao ataque. Então, o último passe, ou o passe antes da assistência, devem na maior parte dos casos, surgir do corredor central, para aumentar o número de soluções, incrementando a probabilidade de sucesso.

Vejamos o que acha Wenger, um dos melhores treinadores do mundo ao nível da organização ofensiva.
O vídeo tem todos os lances do jogo, em que o Arsenal decidiu sair em transição ofensiva para o contra-ataque, precipitando-se assim que recuperava a bola para a baliza adversária. Tem mesmo todos os lances desse tipo sem excepção.


Foi surpreendente o resultado!
Veja-se que os tais contra-ataques do Arsenal, são explorados pelo corredor central. E isso não é algo que eles fazem por recuperarem a bola no corredor central. Fazem-no porque os jogadores procuram constantemente, quer através de passe, quer através de condução, o corredor central, para depois decidir o lance.

O exemplo máximo disso é o lance do 3º golo do Arsenal. Bola ao centro, Walcott "falha" o passe, dando a linha final como única opção ao seu colega. Permitiu aos defesas do Fulham fecharem, facilmente esse espaço, por ser mais fácil de defender, visto ser aquela a única solução, ali. Porém, Carzorla como inteligente e criativo que é, percebe que seguindo por aí (cruzamento) o lance seria facilmente interceptado pela defesa. E o que foi que ele fez? Temporizou, esperou pelo colega em apoio e tocou a bola para esse colega, que tinha muito mais opções para decidir o lance. Podolski, tinha o remate, o cruzamento, uma qualquer iniciativa de penetração individual, e pelo menos duas linhas de passe diferentes. E é isso que define, para mim, maiores ou menores probabilidade de êxito de uma determinada acção.
O segredo é multiplicar as opções para resolver o lance.

PS: Dizia-me o Edson que, o melhor seria deixarmos dar cenouras a tipos que já vêm cá com a barriga cheia. Tens toda a razão amigo, mas se quisermos manter a regularidade dos posts, talvez o melhor seja não seguir o teu sábio conselho. Até porque sem esses tipos, isto não teria a mesma piada confesso.

28 comentários:

Tsubasa disse...

Belo post! Vir para o meio multiplicar soluções deve ser o pensamento para o qual todos os jogadores devem estar direcionados, seja em transição ou seja em organização. Hoje as equipas mais evoluídas taticamente procuram-no constantemente. Os próprios defesas laterais hoje cada vez fazem mais esse movimento. Aliás, há tempos surgiu uma quastão que debati com um colega meu: se hoje em dia os treinadores, deliberadamente, colocam destros a jogar a extremo esquerdo ou canhotos do lado direito, porque não faze-lo (deliberadamente) com os laterais? Para alguns jogos podia representar uma nuance tática importante que surpreendesse o adversário.

Luis Santos disse...

Já vi tantas vezes o jogo que já sabia que lances é que ias pôr lol
Tenho que acrescentar à minha lista de "skills" a edição de vídeo. Para mostrar algumas coisas, dá muito mais jeito que imagens...
Quanto ao texto, já sabes que estou de acordo. Dou só a minha opinião quanto ao PS: continua a dar cenouras! Vais ver que ainda nos vamos rir muito à custa disso.

DC disse...

Ozil e Benzema no Arsenal é que era lindo. Dava para ser campeão já este ano!

Dennis Balakov disse...

Tsubasa ora bem, segundo percebi perguntas por que razão os laterais direitos não são canhotos, e os laterais esquerdos destros. O problema é que não há interesse em que os laterais descaiam para o meio quando estão na defesa, já os extremos podem descair para o meio, não só para rematar como também para desiquilibrar no corredor central. Imagina um lateral direitos a descair para meio, vai soltar a bola a quem? Ao trinco? para isso basta fazer um passe...

Roberto Baggio disse...

Tsubassa,

É uma ideia interessante. Porém, como já disse, eu não desgosto dos cruzamentos. E isso pressupõe um bom equilíbrio entre os jogadores que dão largura, e os jogadores que jogam por dentro. Os jogadores que jogam mais largos, algumas vezes terão de fazer movimentos de recurso para dar o melhor seguimento ao lance, nomeadamente cruzamentos de primeira, que são de difícil execução e caso eles o tenham de fazer com o pé contrário, perderias ali um lance. Depois, nas situações onde eles entram em profundidade a situação é a mesma, eles têm de receber a bola em movimento, e mais fácil o será se for com o pé em que jogam.

Depois, claro que a tua solução seria útil, pois os laterais muitas vezes quando há espaço, ou quando não há devem invadir o corredor central para aproveitar esse espaço, ou para criar, e aí isso seria uma grande mais valia. Mas pela função que lhes atribuo no meu modelo (garantir largura), iria ficar a perder mais vezes do que ganhar.

Luis,

Sei que já sabias hahaha, quanto aos skills de vídeo, falamos sobre isso offline.

DC,

Não acredito que eles saiam do Real, mas acho que o Arsenla precisa de contratar defesas melhores. Lateral Direito e Lateral Esquerdo urgente.
De resto, devem realmente reforçar o meio campo e o ataque com jogadores top. Mas, para mim, a prioridade deveria ser os laterais.

Joel disse...

O problema neste caso tem que ver com a mentalidade expressa na metáfora... Ao passo que um acha q atacar pelo meio é meter-se na boca do lado uma mente mais nobre percebe que o lobo é ele...

DC disse...

COntratou o Monreal no ano passado, por isso acho que não vem mais nenhum lateral esquerdo.
Para o lado direito tem-se falado que andava à procura, mas cá para mim já não vai a tempo.

Eu acho que o plantel precisava de reforços em quase todo o lado, mas o Wenger esteve muito mal.
Mas se agora em desespero se confirmasse a proposta de 80 milhões ao Real Madrid por Benzema, Di Maria e Ozil acho que já disfarçava muita debilidade defensiva.
Até porque ele é o treinador mais talentoso em Inglaterra, com este ataque ia dar espectáculo de certeza.

Mas acho estranho como, por exemplo, estando um Fernando em fim de contrato e o Arsenal com o Arteta lesionado, nunca se tenham chegado com uma proposta. E quem diz Fernando diz Alex Sandro, Dier, Garay...
Jogadores que vão ser de topo e o Arsenal este ano tinha bem dinheiro para eles.

Dá ideia que o Wenger só tem olheiros em França...

Oliver disse...

Muito interessante a análise, mas para sermos justos com a crítica, a verdade é que dos primeiros 5 contra-ataques do vídeo pelo menos 3 foram devidamente anulados pela defesa no centro do terreno, o que até vai um pouco de acordo a quem diz que é "meter-se na boca do lobo".

Obviamente, não faz também qualquer sentido contra-atacar sempre pelas alas, mas nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Mais uma vez a tal história do cozinheiro.

Interessante ver que a equipa do Fulham conseguia sempre ter a sua linha de quatro bem definida nos contra-ataques e o quanto isso foi importante para anular o adversário. A linha de 4 para quem não sabe é algo que os ingleses muito gostam. O chamado "back 4". E, neste vídeo percebe-se o porquê.

O golo do Podolski a meu ver já não nasce de um momento de conta-ataque puro, mas sim de uma segunda vaga de ataque. Mas, sim, o Carzola fez aquilo que se lhe pedia. Aliás, não gosto nada quando o Wenger o coloca na ala esquerda.

Por falar de contra-ataques, tenho as minhas sérias dúvidas que esta forma resultaria frente a um Barcelona. O Atlético de Madrid, por exemplo, teve grande sucesso nos seus contra-ataques utilizando as faixas.

Ronaldinho disse...

Oliver,

a questão aqui não está se os contra-ataques foram todos eficazes ou não (embora a maior parte tenha sido). Estranho era se tivessem sido, então era a equipa perfeita!
A questão está, em que um dos melhores treinadores do mundo em org. ofensiva defende o contra-ataque a ser conduzido pela zona central, deve querer dizer alguma coisa... já que desconfiam daquilo que dizemos, pode ser que acreditem mais em Wenger e na demonstração do Arsenal.

Tsubasa disse...

Oliver,

"Interessante ver que a equipa do Fulham conseguia sempre ter a sua linha de quatro bem definida nos contra-ataques e o quanto isso foi importante para anular o adversário."

Se tem a linha de 4 bem definida então já não é um contra-ataque. Se a defesa se organiza deixa de ser um contra-ataque, o que vai um bocado ao encontro do que disseste a seguir:

"O golo do Podolski a meu ver já não nasce de um momento de conta-ataque puro, mas sim de uma segunda vaga de ataque."

Não concordo contigo porque não houve uma transição eficaz do Fulham que obrigasse o Arsenal a "esgotar" o contra-ataque. Repara que eles começam em 3x3, chegam a estar 4x3 e o golo surge em 5x5. O Fulham nunca readquiriu superioridade numérica neste lance.

Roberto Baggio disse...

Oliver,
Alguns excertos do texto que não leste, algumas emendas, e algumas perguntas.

"O futebol é um pouco como o poker, um jogo de probabilidades. E para os que estão mais
acostumados com o jogo de cartas, sabem que jogar de acordo com o que nos dá mais probabilidade de vencer, em nada garante o sucesso imediato do nosso jogo. Apenas, nos dá, numa considerável amostra de jogos, maior percentagem de sucesso. Isto, porque o sucesso imediato, no futebol, tal como no poker, sofre do problema de ter muitos imponderáveis a influenciar o seu resultado final."

Imponderáveis como por exemplo, faltas!

Segunda vaga? Se o Cazorla cruzasse ainda era segunda vaga?

Eu não percebo nada de culinária, por isso não posso comentar.

"Meter-se na boca do Lobo é exactamente facilitar o trabalho aos defensores, tornando o ataque mais previsível, seguindo para onde tenho menos soluções.
Multiplicar as soluções que tenho, tornando o ataque mais imprevisível, é exactamente o contrário do que esse leitor defendia.
O ataque ao corredor central, significa necessariamente que a bola deve entrar nesse corredor, e partir daí decidir-se para onde dar seguimento ao ataque. Então, o último passe, ou o passe antes da assistência, devem na maior parte dos casos, surgir do corredor central, para aumentar o número de soluções, incrementando a probabilidade de sucesso."

Oliver disse...

Ronaldinho, a eficácia dos contra-ataques é importante. Cada vez mais. O Wenger pode defender esse tipo de contra-ataque, mas há muitos outros treinadores tão ou mais conceituados que defendem outras formas de contra-atacar. Acho que depende muito não só da visão deles sobre o jogo, como também dos jogadores à disposição.

Tsubasa, ao tempo que não te vejo na TV ;) Para mim, já não era bem contra-ataque, mas essa até dou-te de borla se quiseres considerá-lo como tal.

Baggio, li o texto todinho e vi o filme. E vi o artigo mais do que duas vezes, até para ver quem era o 'cara' que estava na mesa de poker que parecia ser-me familiar. É o Ronaldo, o 'fenómeno'. Quanto à tua questão, já respondi ao Tsubasa. Mas, por falar na analogia entre o poker/probabilidades acho que falhas no seguinte: excluis logo à partida contra-atacar pelas faixas. Daí que eu tenha falado do cozinheiro. Este sabe como dosear as coisas. Por outras palavras, podes muito bem contra-atacar pelo centro, sempre que tal for vantajoso para ti, como poderás fazê-lo pelas alas sempre que houver a oportunidade.

Pena que nenhum de vocês queira falar da estratégia de contra-ataque do Atlético de Madrid. Acho que seria um excelente tema. Pois acaba por contra-argumentar um pouco com este teu texto.

Roberto Baggio disse...

Okay, então se leste, não percebeste. O que é basicamente o mesmo.
Eu não disse que não se deve contra-atacar pelas faixas. Disse, que deve contra-atacar NA MAIOR PARTE DO TEMPO pelo corredor central.
Também se deve atacar e contra-atacar pelas alas, mas as situações em jogo em que isso é vantajoso, são poucas, o que faz disso a excepção. E excepções há sempre! E eu estou a falar daquilo que entendo como regra.

Que treinadores tão ou mais conceituados são esses?

Tsubasa disse...

Oliver,

Sobre o Atlético de Madrid não posso falar muito porque confesso que ainda não me sentei a ver 1 jogo deles. Vi umas pinceladas do jogo da Supertaça. De qualquer forma... Nenhum treinador pode excluir contra-atacar pelos corredores laterais. Se repares naquilo que já foi aqui dito/ escrito muitas vezes, o objetivo de conduzir pelo meio é "MULTIPLICAR AS OPÇÕES", sendo que meter nas laterais é obviamente uma delas. Do meio podes chutar, progredir, passar. Se o teu contra-ataque te levar novamente para a laterlal, fixe. Se isso se afigurar como a melhor opção, claro.

O que aqui é exposto (brilhantemente) neste post é a preocupação do Wenger em que os seus jogadores cheguem à zona de definição, o mais perto da baliza possível, com a bola no corredor central, dificultando ao máximo a ação defensiva do adversário.

P.S: não pretendo "fazer as vezes" dos autores do blog, não estou a falar por eles, mas concordo com o que é defendido neste post (e neste blog em geral).

Roberto Baggio disse...

Obrigado Tsubasa, acho que eu não o diria melhor:

" preocupação do Wenger em que os seus jogadores cheguem à zona de definição, o mais perto da baliza possível, com a bola no corredor central, dificultando ao máximo a ação defensiva do adversário."

Oliver disse...

Baggio, não fui eu que escrevi «eu defendo que os contra-ataques devem seguir pelo corredor central», mas também não entendo o teu stress, pois afinal de contas estamos todos a defender o mesmo, ou não?

Tsubasa, tudo o que escreveste eu não deixei de dizer que sim. A questão que não concordei foi com a ideia que parece transparecer do texto de se contra-atacar sempre pelo centro. Até porque, dei um exemplo de quem não o faça e tenha excelentes resultados. Mas, depois de ler o comentário do Baggio, acho que há um claro mal entendido, conforme escrevo acima. Se puderes vê a equipa do Atlético de Madrid nos dois jogos frente ao Barcelona.

Roberto Baggio disse...

Eu vi esses jogos.
Mais uma vez, sem resposta: És treinador? Que treinadores tão ou mais conceituados que Wenger são esses?

Roberto Baggio disse...

PS: Não acho que estejamos a defender o mesmo porque não entendeste o que escrevi. E o texto é claro.

"eu defendo que os contra-ataques devem seguir pelo corredor central, na maior parte do tempo, porque é aí que temos um maior número de soluções para nos aproximar do objectivo (Baliza)."

Stress? Não há nenhum.

Tsubasa disse...

Oliver,

Já agora também te faço uma pergunta:

Contra ataque, 2x2 no corredor lateral. Opções para progredir? Vir para o corredor central ou continuar no corredor lateral (para fazer um cruzamento, o que no fundo, significa voltar ao corredor central).
O mesmo 2x2, no corredor central. Podes ir para as tuas tão adoradas faixas laterais ou então aproveitares a proximidade da baliza para fazer golo.

O que é que achas melhor?

Bastos disse...

Golo do Chelsea... Hazard ataca o corredor central, tal como o post sugere :)
Nota para os centrais do byern... no lance do golo tomam como referencia apenas o posicionamento do portador da bola

Luis Santos disse...

Oliver, queres discutir o At. Madrid vs Barcelona, eu discuto contigo. O caso dos contra-ataques contra o Barcelona é uma situação específica. O Barcelona tem 2 grandes problemas: muitos jogadores à frente da bola e muita lentidão na transição defensiva, principalmente o Dani Alves. Depois, Piqué é facilmente ultrapassado em 1x1. Mas ainda assim, repara no golo do Villa: o primeiro passe após a recuperação de bola é feito para ele que estava numa zona central (apesar de mais chegado à esquerda do seu ataque), dois passes a seguir, Turan volta a procurar Villa no corredor central e só depois é que Villa aproveita a maior velocidade de Turan e mete a bola na profundidade no corredor lateral. Isto é, não há procura do corredor lateral por "predefinição". A intenção é jogar no central e mediante as oportunidades, aproveitar os espaços que surgem para a progressão. Sendo que contra o Barça esses espaços surgem muito frequentemente no seu corredor direito.

Rafael Antunes disse...

Boateng lento a ler a situação, e a convidar hazard a vir explorar o espaço entre ele e o lateral... Mau posicionamento da linha de cobertura... O mesmo erro do 2º golo do nolito no post do outro dia...

Edson Arantes do Nascimento disse...

Gostei de tudo e também do P.S. :-)

Yilmaz disse...

Seria bom que ele nos re-ensina a ganhar;là vão 9 anos sem títulos...

«Na minha opinião a equipa que mereceu ganhar a partida perdeu»

«Acabar os jogos com dez jogadores é a minha história na UEFA.Tenho muita experiência em jogar com dez em partidas da UEFA.Estou acostumado a dar ordens só a dez jogadores e dessa forma encontra soluções para marcar golos.Não se pode arruinar uma final com um segundo amarelo como aquele»

Mourinho tem cada umas...

O seu Chelsea não jogou nadinha,e por cima queria levar o caneco pra casa lol

E aquele Ramires não percebo... Um mistério pra mim...
É o Anti-Pirlo.Corre meia-maratona por jogo e não acerta uma(a par das canas do adversário,obviamente)
Zero classe.

DC disse...

Realmente aquilo nunca podia ser 2º amarelo, tinha que ser mesmo vermelho directo tal como a do Torres ao Martinez.

Eu pensava que a culpa era do Pepe e do Arbeloa mas depois de ver ontem o Ramires e o Torres quem os faz ser caceteiros é mesmo o Mourinho.

Roberto Baggio disse...

Malta, tudo, tudo, menos arbitragem pfv

Ricardo Miguel disse...

Principio básico dos JDC, mesmo os de não invasão: bola em corredor central multiplica as opções do portador...

Ricardo Miguel disse...

Principio básico dos JDC, mesmo os de não invasão: bola em corredor central multiplica as opções do portador...